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O prefeito de São Caetano do Sul, José Auricchio Júnior, entregou domingo (19/4) a segunda unidade de terapia intensiva exclusiva para pacientes com covid-19 do Complexo Hospitalar, formado pelos hospitais Márcia Braido, Maria Braido e Euryclides de Jesus Zerbini. São 18 novos leitos de UTI, totalizando 40 na rede pública municipal exclusivos para pessoas com a doença (38 no Complexo e dois no Hospital de Emergências Albert Sabin).

“Esta é uma unidade equipada com os equipamentos mais modernos do mercado: bombas de infusão, respiradores, monitores cardíacos... Não medimos esforços financeiros e operacionais para oferecermos a melhor estrutura, pois sabemos que o êxito da recuperação do paciente está diretamente ligado a este tipo de investimento”, destacou Auricchio, que anunciou a entrega em live nas redes sociais.

Além do aparato tecnológico, a Prefeitura também investe nos EPIs (equipamentos de proteção individual) para os profissionais de Saúde. Todas as unidades e hospitais estão abastecidos. Na UTI, médicos, enfermeiros e outros funcionários atuam paramentados com duas máscaras (incluindo uma do modelo face shield), óculos, luvas, toucas, avental impermeável descartável e propés, entre outros itens.

“Estamos absolutamente preparados para atender os pacientes, tanto na estrutura física e de equipamentos, quanto nos recursos humanos”, frisou a secretária municipal de Saúde, Regina Maura Zetone. O diretor técnico do Complexo Hospitalar, Ricardo Carajeleascow, e o deputado estadual Thiago Auricchio também acompanharam a visita técnica.

As unidades de terapia intensiva do Complexo Hospitalar recebem os pacientes com covid-19 em estado grave transferidos da porta de entrada do sistema de urgência e emergência, formado pelo Hospital Albert Sabin e pela UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Eng. Julio Marcucci Sobrinho. Os quadros de baixa complexidade, mas que também necessitam de internação, são transferidos para o Hospital de Campanha, montado no Hospital São Caetano.

Auricchio reiterou que não existe imunização e nem tratamento com eficácia garantida contra a doença, e que a melhor forma de prevenção é o isolamento social. “Então reforço o meu apelo de solidariedade e de amor ao próximo: fiquem em casa.”